NOTÍCIAS

O QUE PRECISAMOS SABER SOBRE: DIAGNÓSTICO, INTERVENÇÃO E ESTRATÉGIAS PARA O TEA
25/05/2018

O QUE PRECISAMOS SABER SOBRE: DIAGNÓSTICO, INTERVENÇÃO E ESTRATÉGIAS PARA O TEA

O QUE PRECISAMOS SABER SOBRE: DIAGNÓSTICO, INTERVENÇÃO E ESTRATÉGIAS DA CRIANÇA COM AUTISMO

O Autismo é um dos assuntos que permeiam nossos estudos dentro do Grupo Rhema Educação.

Tanto em nossos Cursos On-line como em nossos Cursos de Pós-Graduação.

E sempre quando vamos falar deste tema é uma satisfação, pois contribuir com esta área tem sido muito gratificante para nós.

Nosso intuito com este texto é deixar alguns conhecimentos relevantes sobre diagnóstico, intervenções e estratégias no TEA.

PASSOS PARA O DIAGNÓSTICO

Já sabemos que o Autismo se encontra dentro dos Transtornos Globais do Desenvolvimento e que as dificuldades de socialização, linguagem e comunicação, comportamentos disruptivos, isolamento social, interesses restritos em atividades ou estereotipados, isolamento social fazem parte do diagnóstico.

Também sabemos que os graus leve, moderado e severo precisam ser bem diagnosticados e observados para que haja uma interação e uma abordagem de intervenção significativa.

E é por isto que denominamos de Espectro, pois cada criança possui sua particularidade. Para que haja um bom diagnóstico é necessário ter conhecimento.

Professores, pais, família e profissionais da área da saúde precisam estar atentos, pois o quantos antes houver um diagnóstico, melhor resultado haverá no desenvolvimento da criança.

CARACTERÍSTICAS SOBRE O TRANSTORNO:

  • Atenção compartilhada comprometida;
  • Auto percepção ou percepção do que o outro pensa ou sente;
  • Dificuldade na sua interação social, apresentando isolamento social e comportamento impróprio;
  • Contato visual inapropriado;
  • Indiferença na afetividade;
  • Agressividade;
  • Dificuldade em expressar suas emoções;
  • Déficit na comunicação;
  • Linguagem imatura (ecolalia, reversão de pronome - falar na terceira pessoa, entonação monótona);
  • Falta na reciprocidade e dificuldade em compartilhar informações;
  • Resistência a mudança;
  • Insistência em rotinas;
  • Excessivo apego a objetos excessivos;
  • Comportamentos estereotipados;
  • Não reconhecimento do perigo.

Sendo assim, estas e muitas outras características deverão precisar de um diagnóstico bem alinhado.

Existem também fatores de risco no TEA que devemos ficar atentos: como histórico familiar, irmãos com autismo, distúrbio afetivo ou deficiência intelectual, pais com mais de 40 anos e etc.

E para o diagnóstico, quais seriam as dicas então para os responsáveis por esta criança?

Primeiramente, procurar uma equipe multidisciplinar composta de fonoaudiólogos, psicólogos, terapeutas ocupacionais, pedagogos e neuropediatras) para que também seja trabalhado com a intervenção precoce assim que houver um diagnóstico da criança.

Pois com as intervenções e estratégias específicas no suporte pedagógico e comportamento a tendência desta criança é de evoluir.

CUIDADOS NA INTERVENÇÃO:

E muitos perguntam em nossos cursos: Quais os cuidados que devemos ter enquanto profissionais e família desta criança?

  • Usar mecanismos de motivação e reforço para redução da ansiedade;
  • Tomar muito cuidado com os sacrifícios extremos;
  • Observar se a criança apresenta dores de ouvido, abdômen, dente;
  • Utilizar os recursos da equoterapia;
  • Buscar conhecimento e atualização frequentemente;
  • Procurar respeitar as individualidades;
  • Utilizar jogos de imitação para o desenvolvimento;
  • Não deixar de colocar os limites como fonte de desenvolvimento.

ESTRATÉGIAS:

Estar atento as estratégias fazem com que elas se tornem mais efetivas.

Na entrevista com os pais ou cuidadores da criança precisa conhecer os sintomas do autismo e seus aspectos mais importantes.

Colher sempre as informações de como ela se comunica, suas atitudes, ações repetitivas que estão fora do contexto.

·       Pedir aos pais que gravem vídeos ou fotos das crianças em seus diferentes contextos para que se possa analisar a criança.

·      Pedir relatórios de observação dos profissionais que trabalham com a criança também é importante, pois através deles pode-se perceber as reais características da criança.

·   Utilizar escalas de avaliação confiáveis, pois elas revelam melhor os sintomas que necessitam de intervenção.

·        Conhecer pelo menos as escalas como a ATA e M-CHAT.

·        Verificar casos de autismo na família, dados dos pais, e peso que a criança nasceu.

 

Lembrando que teremos nosso III SIMPÓSIO DE AUTISMO dia 16 de junho em Arapongas-PR.

 

Falaremos sobre: ABORDAGEM RESPONSIVA, METODOLOGIAS E ESTRATÉGIAS DE APOIO PARA O TEA NO CONTEXTO ESCOLAR.

 

·    Para realizar a sua inscrição, clique aqui: https://goo.gl/eUP7X4

·    Para se cadastrar e receber conteúdos exclusivos sobre o tema, clique aqui: https://goo.gl/pRTRkN

 

·   Ou envie um Whatsapp para: (43) 99660-0220 para um atendimento personalizado com um de nossos consultores.

DESTAQUES